EU
 
Decifrar-me em incognitas,
devorar-me nas poesias,
abster-me no pensamento,
incalculáveis são os meus segundos...
Transgredir-me na luz
perpetuar-me nas palavras,
estender-me pelos versos.
Insuportável  a decisão
de ser...ter...de querer...
Envolve-me na música,
intensifica-me na luz,
expõe-me aos teus desejos,
a loucura insana do meu prazer...
A INEXPLICÁVEL POETIZA.

soraia
ciganita
 

NOMES!!! POESIAS.


S Sequestra meus beijos escondidos
O Ora desperta pelos seus anseios
R Relidiosamente penso em você
A Amo-te na cama!!! Na rua!!! No mar!!! Na lua
I Insista e me cubra de calor
A Aproxima-se do meu pudor.

S Sequestra meus beijos escondidos
A Antecipa sua vontade na minha
N Nuance de cores, desejo e sedução
T Triplica minha vontad de te ter!!! Meu bem querer.
I Invista nesse vai e vem de versos.
A Apodera-se do que é meu!!! Meu eu
G Garanta sua orgia!!!Sua calmaria
O Obedecendo seus instinto!!! Meu absinto.

soraia
 

SEU OLHAR

Vou guardar você para mim!!! Na eternidade dos meus poemas.
Com olhos brilhantes vejo a luz do teu olhar!!! Olhos a espreita,
Semi-nua te espero!!! Docemente ao luar!!! Sem pressa
Cigana que te chama!!! Meio louca para te amar!!! Em versos,
Deslizo minhas mãos!!! Arrepio de prazer!!! Incognita da minha vida.
Sinto a brisa!!! Esqueço do mundo lá fora.!!! Meu real,
Escuto a música que toca no meu secreto!! Minhas ações.
Danço livremente!!! Pelo tempo que tenho agora.
Como mulher!!! Como pessoa!!! Como menina.
como cigana insana!!! Que sinuosamente te clama.
Caminho pelas estradas que levam ao teu olhar...
olhar solto, e irreversivelmente suave!!! Seu mistério.
Aprofundo na misticidade do meu amor..!!! Eterna saudade..

Soraia

AMOR DO MEU JEITO
 
Amor que combina!!! Jeito de cigana sedutora,
Invasora de corações solitários!!! Meu luxo,
proprietária sensual dos teus desejos inconscientes,
seu conflito com a realidade!!! Conceitos.
A mim compete te cortejar!!! Sem vacilar,
de alguma forma te prendo!!! Não me arrependo,
mas deixo-te !!! Universo paralelo!!! Sua liberdade,
meu cheiro de hortelã!!! Maçã!!! Fruto proibido.
Champangne!!! È festa em meu coração
brindo a vida com a taça da emoção.
Soluções alternadas!!! Que vem do nada,
sutil e irreverente!!! Meu e o seu universo,
sedução em versos!!! Mensagens e flash.
Uso letras em negritos para sobressair.
Abro meus lábios!!! Sussuro teu nome,
registro teu corpo sobre o meu olhar,
faço um resumo!!! Separo furtivamente seus beijos,
beijos doces e molhados!!! Original.
Compensação do teu prazer!!! Furto teu sexo.
em regresso!!! Escapo do vento,
migro para sua rua!!! Toda nua,
invento!!! Tento captar suas emoções,
razões convincentes para o meu amor...

Soraia

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Os amorosos poemas de Elizabeth Barret Browning

 

Amo-te

 

Amo-te quanto em largo, alto e profundo

Minh'alma alcança quando, transportada,

Sente, alongando os olhos deste mundo

Os fins do Ser, a Graça entressonhada.

 

Amo-te em cada dia, hora e segundo:

A luz do sol, na noite sossegada

E é tão pura a paixão de que me inundo

Quanto o pudor dos que não pedem nada.

 

Amo-te com o doer das velhas penas;

Com sorrisos, com lágrimas de prece,

E a fé da minha infância, ingênua e forte

 

Amo-te até nas coisas mais pequenas.

Por toda a vida. E, assim Deus o quisesse

Ainda mais te amarei depois da morte.

 

(Tradução de Manuel Bandeira).

Quantas formas eu te amo? Deixa-me conta-las...

 

De quantas formas eu te amo? Deixa-me contá-las.

Amo-te profunda e largamente, e tão alto quanto

Alcança a minha alma, quando perco de vista

Os propósitos do Ser e os ideais da Graça.

 

Amo-te tanto quanto as menores necessidades

Do dia-a-dia, seja à luz do sol ou à luz de velas.

Amo-te livremente, como os homens lutam pelo Direito;

Amo-te puramente, como rejeitam o Elogio.

 

Amo-te com a paixão que tenho pelas

Minhas tristezas mais antigas, e com minha fé infantil.

Amo-te com um amor que pensei ter perdido

 

Com os santos que perdi …Amo-te com o alento,

Sorrisos e lágrimas de toda a minha vida! …e, se Deus quiser,

Irei amá-lo ainda mais depois que eu morrer.

 

(Tradução de Thereza Christina Rocque da Motta)

 

Soneto

 

As minhas cartas! Tôdas elas frio,

Mudo e morto papel! No entanto agora

Lendo-as, entre as mãos trêmulas o fio

Da vida eis que retorno hora por hora.

 

Nesta queria ver-me - era estilo -

Como amiga a seu lado... Nesta implora

Vir e as mãos me tomar... Tão simples! Li-o

E chorei. Nesta diz quanto me adora.

 

Nesta confiou: sou teu, e empalidece

A tinta no papel, tanto o apertara

o meu peito, que todo inda estremece!

 

Mas uma... Ó meu amor, o que me disse

não digo. Que bem mal me aproveitara,

Se o que então me disseste eu repetisse...

 

(Trad. de Manuel Bandeira)

 

Soneto

 

Parte: não te separas? Que jamais

Sairei de tua sombra. Por distante

Que te vás, em meu peito, a cada instante,

Juntos dois corações batem iguais.

 

Não ficarei mais só. Nem nunca mais

Dona de mim, a mão, quando a levante,

Deixará de sentir o toque amante

Da tua, - ao que fugi. Parte: Não sais!

 

Como o vinho, que às uvas donde flui

Deve saber, é quanto faço e quanto

Sonho, que assim também todo te inclui.

 

A ti, amor! minha outra vida, pois

Quando oro a Deus, teu nome êle ouve

e o pranto Em meus olhos são lágrimas de dois.

 

(Trad. de Manuel Bandeira)

 

Catarina à Camões

 

I

P'ra a porta onde não surges nem me vês

Há muito tempo que olho já em vão.

A esperança retira o seu talvez;

Aproxima-se a morte, mas tu não.

Amor, vem

Fechar bem

Estes olhos de que dissestes ao vê-los:

O lindo ser dos vossos olhos belos.

 

II

Quando te ouvi cantar esse bordão

Nos meus de primavera alegres dias;

Todo alheio louvar tendo por vão

Só dava ouvidos ao que tu dizias

– Dentro em mim

Dizendo assim:

"Ditosos olhos de que disse ao vê-los:

O lindo ser dos vossos olhos belos."

 

III

Mas tudo muda. Nesta tarde fria

O sol bate na porta sem calor.

Se estivesse aí murmuraria

Como dantes tua voz – "amo-te, amor";

A morte chega

E já cega

Os olhos que ontem eram teus desvelo

O lindo ser dos vossos olhos belos.

 

IV

Sim. Creio que se a vê-los te encontrasses

Agora, ao pé do leito em que me fino,

Ainda que a beleza lhes negasses,

Só pelo amor que neles eu defino

Com verdade

E ansiedade

Repetirias, meu amor, ao vê-los:

O lindo ser dos vossos olhos belos.

 

V

E se neles pusesse teu olhar

E eles pusessem seu olhar no teu,

Toda a luz que começa a lhes faltar

Voltaria de pronto ao lugar seu.

Com verdade

E ansiedade

Dir-se-ia como tu disseste ao vê-los:

O lindo ser dos vossos olhos belos.

 

VI

Mas – ai de mim! – tu não me vês senão

Nos pensamentos teus de amante ausente,

E sorrindo talvez, sonhando em vão,

Trás o abanar do leque levemente;

E, sem pensar,

Em teu sonhar

Iras talvez dizendo sempre ao vê-los:

O lindo ser dos vossos olhos belos,

 

VII

Enquanto o meu espírito se debruça

Do meu pálido corpo sucumbido,

Ansioso de saber que falas usa

Teu amor p'ra meu espírito ferido,

Poeta, vem

Mostrar bem

Que amor trazem aos olhos teus desvelos

– O lindo ser dos vossos olhos belos.

 

VIII

Ó meu poeta, ó meu profeta, quando

Destes olhos louvaste o lindo ser,

Pensaste acaso, enquanto ias cantando,

Que isso já estava prestes de morrer?

Seus olhares

Deram-te ares

De que breve podias não mais vê-los,

O lindo ser dos vossos olhos belos.

 

IX

Ninguém responde. Só suave, defronte,

No pátio a fonte canta em solidão,

E como água no mármore da fonte,

Do amor p'ra a morte cai meu coração.

E é da sorte

Que seja a morte

E não o amor, que ganhe os teus desvelos

– O lindo ser dos vossos olhos belos!

 

X

E tu nunca virás? Quando eu me for

Onde as doçuras estão escondidas,

E onde a tua voz, ó meu amor,

Não me abrirá as pálpebras descidas,

Dize, amo meu,

"O amor, morreu!"

Sob o cipreste chora os teus desvelos

– O lindo ser dos vossos olhos belos.

 

XI

Quando o angelus toca à oração,

Não passarás ao pé deste convento,

Lembrando-te, a chorar, do cantochão

Que anjos nos traziam do firmamento?

No ardor meu

Eu via o céu

E tu: "O mundo é vil, ó meus desvelos,

Ao lindo ser dos vossos olhos belos?"

 

XII

Devagar quando, do palácio ao pé,

Cavalgares, como antes, suave e rente,

E ali vires um rosto que não é

O que vias ali antigamente,

Dirás talvez

"Tanta vez

Me esperaste aqui, ó meus desvelos

Ó lindo ser dos vossos olhos belos!"

 

XIII

Quando as damas da corte, arfando os peitos,

Te disserem, olhando o gesto teu,

"Canta-nos, poeta, aqueles versos feitos

Àquela linda dama que morreu",

Tremerás?

Calar-te-ás?

Ou cantarás, chorando, os teus desvelos

– O lindo ser dos vossos olhos belos?

 

XIV

"Lindo ser de olhos belos!" Suaves frases

E deliciosas quando eu as repito!

Cem poesias outras que cantasses,

Sempre nesta a melhor terias dito.

Sinto-a calma

Entre a minha alma

E os rumores da terra ? pesadelos:

– O lindo ser dos vossos olhos belos.

 

XV

Mas reza o padre junto à minha face,

E o coro está de joelhos todo em prece,

E é forçoso que a alma minha passe

Entre cantos de dor, e não como esse.

Miserere

P'los que fere

O mundo, e p'ra Natércia, os teus desvelos

– O lindo ser dos vossos olhos belos.

 

XVI

Guarda esta fita que te mando

(Tirei-a dos cabelos para ti).

Sentir-te-ás, quando o teu choro arda,

Acompanhado na tua dor por mi;

Pois com pura

Alma imperjura

Sempre do céu te olharão teus desvelos

– O lindo ser dos vossos olhos belos.

 

XVII

Mas agora, esta terra inda os prendendo,

Desses olhos o brilho é inda alado...

Amor, tu poderás encher, querendo,

Teu futuro de todo o meu passado,

E tornar

A cantar

A outra dama ideal dos teus desvelos:

O lindo ser dos vossos olhos belos.

 

XVIII

Mas que fazeis, meus olhos, ó perjuros!

Perjuros ao louvor que ele vos deu,

Se esta hora mesmo vos não mostrais puros

De lágrima que acaso vos encheu?

Será forte

Choro ou morte

Se indignos os tornar de teus desvelos

– O lindo ser dos vossos olhos belos.

 

XIX

Seu futuro encherá meu 'spírito alado

No céu, e abençoá-lo-ei dos céus.

Se ele vier a ser enamorado

De olhos mais belos do que os olhos meus,

O céu os proteja,

Suave lhes seja

E possa ele dizer, sincero, ao vê-los:

(Tradução de Fernando Pessoa).

 

Elizabeth Barret Browing - (1806-1861) – a poeta inglesa da

época vitoriana, Elizabeth Barrett Browning é autora de uma

série de poemas e sonetos romanticos envolvendo a história de

amor vivida por ela e o poeta Robert Browning.



atualizando



- Postado por: Soraya às 21h09
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Vou colocar aquela poesia aqui...

Me dê inspiração..

Beijos.



- Postado por: Soraya às 23h00
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Leio sua grafia e faço tua geografia em forma de versos.
Noto um rosto forte! Um forasteiro distante, mas constante.
Viajo pela janela e meus olhos encontram em teus reversos.
Tudo se move ao encontro da cor lilás, destino alucinante.

Sim! Lembre-se que no inverno serei seu universo.
Calo contigo essa valsa que insiste ser tão arrogante.
Meu querer é amador, então danço sob esse sol perverso;
Invoco aos Deuses e faço vir a força do meu querer dissonante..

Eu canto como rio que desce às margens do meu sonho.
Bebo o vento e faço isso em movimento. Escrevo uma frase.
Observo minhas rugas e sorrio. Parte do breu que proponho.

Subo no telhado só para te alcançar e ao luar me exponho.
Estranho seria se a melodia não houvesse uma linda ênfase.
Noto então que a canção é toda para você e assim nada me oponho.

Soraia Santiago

 

http://almadeblues.yolasite.com/resources/katie_melua_-_the_house_-_the_house.mid



- Postado por: Soraya às 23h43
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- Postado por: Soraya às 17h22
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Um poema sensual

 

Mostro a boca molhada por um desejo oculto e instável

Faço de conta que te conheci hoje e hoje te amei assim.

Revivo meus dias sem risos. Um riso farto e maleável.

É o que solto quando me lembro de você em mim.

 

Sentindo arrepios e um desejo infindável  - inacabável.

Te solto consciente que vais voltar!  Para o meu fim.

Vingança essa desconhecida pelo seu paladar inimitável

A questão é: desejar-te sem você esperar nada de mim

 

Enquanto digito palavras obscenas nessa poesia impecável

Aguardo tua outra personalidade em pauta e curto seu sim.

Não vou querer-te simplesmente por você ser notável

Não! Simplesmente vou querer-te por você ser meu gim.

 

Escuto uma música, e, essa me leva até ao seu inexistente jardim

Contorno a música no meu corpo rouco de prazer dentro do seu ser.

Fecho os olhos e deixo-te entrar em meu discreto  e sensual camarim

 

Sorrio fazendo movimentos sensuais. A música me conduz ao teu festim

Para o meu deleite faço gestos dentro do tom que ouço, ao meu bel prazer.

 A questão é me desejar, a questão é desejar meus lábios de carmim

 

Soraia

 

 

Imagens retiradas do google.  



- Postado por: Soraya às 00h52
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- Postado por: Soraya às 16h33
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Estou no banho! Lentamente  tiro minhas roupas. Minhas mãos macias tocam meu corpo nu. Sinto minha pele arrepiar de prazer. Olho-me no espelho. Sinto um calor....

 

Sinto um calor subindo. O desejo toma conta do meu corpo. As mãos teimam em me acariciar. Fechos os olhos. Imagino-te aqui. Agora minhas mãos são as suas...

 

Suas mãos deslizam suavemente por todo meu corpo. Arrepios. Sinto desejos. Ao deslizar elas tocam meus seios delicadamente. Solto gemidos enquanto elas descem...

 

Minhas entranhas  já molhada implora que a toque. Mais gemidos. Olho no espelho. Única testemunha dessa loucura. Sinto-me em você, seus dedos penetram e fazem...

 

Fazem  movimentos circulares. Algo explode dentro de mim. Sinto a pulsação frenética das entranhas se alargarem. E seus dedos a fazem gemer, gemer sem parar.

 

Entro no chuveiro e molho meu corpo. Deslizo o sabonete como se fossem suas mãos. Percorro todo o meu corpo sedento de desejos. Novamente seus dedos...

 

A água quente não apaga minha excitação. Arrepios e gemidos. Desligo o chuveiro, pego a toalha e começo a me enxugar.  Partes por partes. Boca seca e...

 

Enrolo na toalha e vou para o quarto. Pego o óleo perfumado e espalho pelo corpo. Novamente suas mãos imaginárias procuram as entranhas sedentas. Soltos gemidos.

 

O perfume do óleo se mistura ao cheiro do meu sexo. Respiro. Dedos movimentam rapidamente. Sinto prazer me invadindo. Já não respondo por mim e gozo....

 

Ao gozar fito teu rosto plácido e sereno. Tento imaginar-te ao meu lado, acariciando-me como se eu fosse sempre tua amada. E você não está.

 

Tento passar essas emoções para uma folha qualquer. Tento dar-te meus desejos e neles ver-te os seus saciados.

Soraia.

 

 

 

Não sou culpada, todavia, sou julgada pelos cantos do canto do mundo.

As palavras se partem por caminhos estreitos e cheios de pedras.

Eu as lanços para pessoas diversas....Elas se partem..

Quando elas partem, eu as junto......E as torno pra mim.

Nada busco...Sou daquelas que tudo tem.

Sou daquelas que ao ser julgada torna-se única.

E única tento dar-te o meu amor...

Porém ao ser julgada mantenho-me presa em um canto qualquer.

E nesse canto canto-te uma canção.

 Somente a canção do amor.

 

 

http://lindmidis.net/midis/nacionais/V/Vanessa_Rangel_-_Ta_Em_Mim.mid

 

 

Soraia.

 

 

 



- Postado por: Soraya às 00h36
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SEXO E VINHO

 

O vinho! Ele me seduz. E como me seduz.

A música inebria-me rapidamente.

Leve sensação tremula. Puro êxtase.

Fecho os olhos e te imagino em mim.

 

Fico tonta de tanta sedução

Meus poros se dilatam normalmente.

Reservo meu prazer para ti. Só para ti.

Serei tua, serás meu, nada importa agora.

 

Solto gemidos curtos e longos.

Mas sinto a profundidade do desejo.

Nada é comparável a esse momento.

Então! Ignoro o tempo quente.

 

Meu corpo já está solto e livre.

Minhas entranhas se abrem a bel prazer

Estou à mercê da sua boca! Louca.

Venha me saciar nesse presente.

 

Agora vou querer seu querer.

E perdendo-te vou te prender.

Prendendo-te perco minha razão.

Enlouqueço então louca de paixão.

 

E louca vou seguindo teu olhar.

Fazendo curvas em meu corpo.

Explorando minha pele única.

Saciando seu gozo em um grito.

 

Soraia 



- Postado por: Soraya às 01h38
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"Eu te procurei em dicionários e não encontrei teu significado.
Onde está teu sinônimo no mundo?
Onde está o meu sinônimo na vida? Sou ímpar. "
 
Clarice Lispector



- Postado por: Soraya às 00h26
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UM ATO

 

 

Uma casa de campo e um delírio.

Lareiras acesas! Desejo descoberto.

Afinidades de emoções sem razões.

 

Corpos quentes e inebriados pelo amor.

Tremores nos olhares! Sorrisos e arrepios.

Tilintar das taças! O vinho em questão.

 

Abraços apertados e beijos ardentes.

Violação dos lábios! Frenesi e o ócio.

Magia – uma explosão de sexo.

 

Invasão de volúpias em núpcias.

Intensidades eróticas e casuais.

Beijos insanos e profanos.

 

Desejos descobertos e em pauta.

Corpos nus, corpos trêmulos, corpos.

Sensações carismáticas sensuais.

 

Bebida mágica, absinto surreal.

Calores misturados em movimentos

O delírio sexual! Suspiros desiguais.

 

Êxtase no encontro das partes indefinidas

Defino um ato! Um ato em Si e em Lá.

Dedilhando meu corpo em ebulição.

 

Perdão! Há uma colisão fatal e natural.

Sensações únicas e desconexas anexa.

Anexo ao teu corpo em desordem.

 

 Esse ato exato que me faz gozar em ti.

Exatidão nessas horas é um fato inexato.

Mas eu relato essa sensação de paz sexual.

 

Soraia

 

http://www.sissimidis.com.br/Blues-Jazz-Soul-2/Lani-Misalucha-Reminisce/Skyline_Pidgeon.mid 



- Postado por: Soraya às 21h22
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Os amantes

Osculam os lábios secos e irrequietos.
Acumulam os prazeres mágico da noite.
Sentidos desfalecidos ao sabor da brisa.
Amantes do mundo! Puras emoções .
 
Amores furtivos! Paisagens surreais.
Uma casa de campo! A chuva lá fora.
Lareira acesa! Calores sensuais.
Excentricidades lógicas! Ecos dos desejos.
 
Nessa idade não tem validade as razões.
A vaidade é amar sem preconceitos.
Aceitam-se sem defeitos refeitos.
Com respeito a sua insanidade exata.
 
Meia luz! Contorno de corpos nus.
Imagens sombreadas pelo calor do fogo.
Um ritual de dança estimulada por um som.
Toques perfeitos! Suspiros trêmulos e fatais.
 
As mãos que deslizam devagar sem deixar vestígios.
Nessa hora não há insensatez! Tudo reluz.
Tudo satisfaz esse gosto frenético dos amantes.
Um vendaval mágico revira as sensações dos desejos.
 
Eco de palavras! Gemidos sussurrados e silenciosos.
Afinidade de gestos! Expressão sexual natural.
Abraços amáveis explorado pelo momento.
Orgasmo! Uma força estranha nesse prazer.
 
Palavras! Meias palavras ou quase nada.
O corpo fala por si! Fala com uma clareza especifica.
Amplexos! Reflexos de um sonho! Amor eterno.
Pleito teu sexo! Interesso-me e revelo-te.
 
Soraia - Ciganita



- Postado por: Soraya às 21h27
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O CORPO E AS ROSAS.

 

 

Flores no corpo torto.

Rosas sensuais!Aquarelas.

Lilás me seduz o que reluz.

Anatomia floral exata.

 

Meu mal é te olhar, te olhar.

Estudo sua geografia e sua esfera.

Que grafia você tem nesse ecossistema?

Item psicografado por ai assim.

 

Deito sobre as cores definida.

Meu jardim é sempre na lateral.

Desenho meu desejo que tenho agora.

Invade uma sensação concomitante.

 

Velejo suave e involuntária.

Rosas! Cores delicadas e ébrias.

Fechos meus olhos e edito.

Sinuosa e informal deixo-me levar.

 

Cubro de flores meus amores.

Pétalas aromáticas foto cromáticas.

Profunda sensação de prazer.

Vou eclodir em teus braços.

 

Sussurro palavras com o vento que vem.

Repito o eco dos meus sentimentos.

Edito gestos misteriosos excitados

Compartilho meus versos molhados.

 

Sacio minha vontade cheirando teu aroma.

Espero o dia clarear! A noite veio devagar.

Faminta sigo um instinto eclíptico.

Entro em cena! Revejo-te famélico e louco.

 

Traço um gráfico da minha loucura.

Névoas sobre o sol da meia noite.

Meu limite está no tempo presente.

Cubro-me com rosas! Rosas rubras.

 

Soraia



- Postado por: Soraya às 22h17
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DESEJOS

Amores em pedaços!!! Um cálice na mão!!! Vinho tinto.
Meu absinto!!! Vem me degustar!!! Sabores furtivos.
Olhares perdidos percorrendo meu corpo!!! Eu sinto.
Curvas redondas!!! Pele suada!!! Calor explosivo.

Sinta meu fruto!!! Meu prazer!!! Meu poema.
Quero um amor descomunal!!! Meio bandido.
Viole os sentidos de uma mulher febril!!! Faça esquemas.
Detalha meus segredos em fragmentos líbidos.

Deseje meu corpo!!! Seja guardião do meu secreto!!! Me sacia.
Pressinta meus desejos escondidos!!! Invada-me.
Deslize suas mãos!!! Cubra de beijos mnha pele macia.
Como vento venha!!! Entre no meu redemoinho!!! Resguarda-me.

Deixe-me trêmula e elétrica!!! Como um raio me possua.
Congela sua imagem na minha!!! E meus seios.
Descubra meu intimo e minhas  paixões assim toda nua.
O tempo é o complemento de nossos anseios.

Seja um temporal!!! Mas abranda meu ventre sensual.
Entre como um vendaval de desejos!!! Penetra-me.
Prescreva-me no ato!!! De fato seja meu mal.
Alinhe-se como o vento no cio!!! Ciclone e calmaria.

Soraia


- Postado por: Soraya às 22h13
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Sua Escrava

Sou sua escrava! Sem palavras.
Apenas em versos te assanho.
Você me domina! Meu fascínio.
Acorrentada te imploro! Ame-me.
 
Me traduz em vírgulas e línguas.
Seja meu sinhozinho e me prenda.
Obtenha-me por dois vinténs! Retenha-me.
Faça do meu sexo seu reflexo.
Sua fábula literária.
 
Requisita-me para sua cama! Perdição,
Sou sua escrava dourada de sol.
Seja meu dono! Ponha-me no chão.
Seduz meu corpo pelo riacho afora.
 
Me deixa desfeita pelo pasto.
Uma sintonia da natureza! Perfeita sedução.
Me possua no mato e me tira do anonimato.
Sou tua escrava e sua paixão.
 
Soraia (ciganita)



- Postado por: Soraya às 20h45
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Eu pleito

Eu pleito teu sexo...No complexo
da minha urgência em te amar...
meu desejo te pede
a divergência da sua paixão..
Uma estranha explosão
de sentimentos aflorados...
escapados pelo gemidos do toque
inebriados pelos teus beijos.
furtados ansiosamente no encontro
de dois corpos sedentos...
 
Eu pleito teu membro -tremendo
Delicio do teu esperma...Na minha espera...
Ouço a música - Meu movimento sexual
carnal...
Percorro tua vontade em me possuir
transporto sexualmente  no seu prazer..
Sinto-te dentro de mim...
 
Eu pleito - Eu te quero
nesse deleite virtual, meu mal
Sinto-te dentro de mim...
fecho os olhos e te imagno...
Respiro....Um calor  me invade...
Minha respiraçao está ofegante...Preciso de você...
Uma estranha sensaçao de sexo me atinge..
Sinto teu cheiro ......
 
Abandono minhas forças, na tua virilidade
Uma senilidade do espaço,
Entre eu e voce...
Sinuosa entrego minhas caricias
e deixo voce rascunhar
meu desejo - Um pleito
complexo...
Imcompleto mas correto.
 
Na cama te satisfaço como fêmea
Ah!!! prazeirosa mulher
te peço sexo, mais sexo
deleto o mundo  e seu expectro
misturo teu orgasmo no meu
intensifico no meu calor...
Sem pudor chego até você
como objeto do teu prazer...

Soraia (ciganita)



- Postado por: Soraya às 23h58
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